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sábado, 8 de janeiro de 2011

Os jogos que você nunca jogou



Depois da existencia de emuladores e Roms, acabei conhecendo jogos bizarríssimos, daqueles que eu iria pirar se tivesse jogado, e para pessoas que tem mais o que fazer do que procurar jogos para emular, eu fiz esse artigo.

A idéia dessa matéria é mostrar alguns jogos antigos, pouco conhecidos, que você provavelmente nunca jogou, mas que valem a pena dar uma olhada!

Falei demais! vamos ao que interessa!

Hamelin no Violin Tamaki

Esse é para quem cansou de jogar Mario...
Esse é para quem cansou de jogar Mario...

Baseado em um mangá e lançado somente no Japão, esse bem humorado jogo ficou no esquecimento até sua ROM ser traduzida (por sinal, tem até em português). Ele narra a história de um violinista que parte em uma jornada para proteger Hamelin de uma catástrofe.
Diferente de outros jogos de plataforma, você conta com a ajuda de uma garota (que eu esqueci o nome) para passar as fases. Por exemplo, para alcançar algo muito alto, você pode utilizá-la de plataforma, ou às vezes, pode arremessá-la para quebrar uma parede. Você também pode vesti-la com algumas fantasias encontradas ao longo do jogo para conferir alguns “poderes” especiais (a fantasia de avestruz faz com que a menina possa andar em cima de espinhos).

As melhores montagens do mundo da Nintendo

Advance Wars

Advance Wars

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Os Jogos (quase) Esquecidos no Tempo - Parte 6

Mickey Ultimate Challenge (Snes, Mega, Master, Game Boy e Game Gear)











Até hoje eu tento entender como tiveram coragem de trazer esse jogo pro Ocidente. Aliás, como tiveram coragem de FAZER esse jogo, e pior ainda, lançá-lo pra tudo que é plataforma?! Um joguinho de quebra-cabeças do Mickey, tem tudo pra dar errado. Nem quem gosta de puzzles(como eu) curte esse jogo.
Adventures of Yogi Bear (Snes e Mega)












Zé Colmeia é um personagem bem conhecido da Hanna Barbera(a mesma empresa dos Flintstones, Jetsons e afins), mas esse jogo dele, apesar de contar com gráficos bem semelhantes ao desenho(coisa rara na época), não passa de mais um plataforma genérico, com jogabilidade e sons péssimos. Joguem... na lata de lixo.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Os Jogos (quase) Esquecidos no Tempo - Parte 5

É Nóis na Fita!!! Depois de um tempo volto a postar, e de quebra ressuscito uma das minhas séries favoritas do Blog... vamos ao primeiro post de novembro.


Ranma 1/2 Akanekodan(Snes)










Ranma foi o anime/mangá que mais teve jogos lançados para 16 Bits. A maioria são jogos de luta(que copiam o velho esquema Strit Fáita), com poucos personagens, mas o meu destaque vai mesmo para o RPG de Ranma(que parece até mesmo ser um Final Fantasy hackeado, mas com gráficos melhores). Com seis personagens disponíveis, o jogo é bastante fiel ao anime(inclusive com o humor típico da série e as transformações), com um desafio e quebra-cabeças bem interessantes, embora tenha inimigos meio bizarros o tempo todo, já que são baseados no folclore japonês e chinês.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Os Jogos (quase) Esquecidos no Tempo - Parte 4

Kishin Douji Zenki 2/Zenki Deneiraibu(Snes)

















Eis aqui outro anime que eu lamento nunca ter chegado ao Brasil. Este jogo faz parte de uma série de três(depois eu falo dos outros dois), mas com certeza é o melhor deles. A grande diferença está na jogabilidade, que se divide em duas formas completamente diferentes: nas fases o jogador controla a garota Chiaki, para reunir itens e energia. Já contra os chefes, Chiaki pode invocar Zenki para lutar(ou ela mesma se arriscar, se o jogador for louco), e o esquema de jogo muda: em vez de uma mera luta à lá Street Fighter, os ataques de Zenki se carregam em uma barra, que, ao estar carregada no nível que o jogador desejar, deve apertar um botão para a barra parar de carregar e poder executar sua ação(quanto mais cheia a barra, mais forte os ataques, embora ataques mais poderosos consumam muita energia). São quatro tipos de ações diferentes, desde um mero soco ou chute até um tiro carregado ou uma magia. Os inimigos atacam de diversas formas e alguns são bem fortes... mas é claro, nenhum jogo de anime é bom sem cutscenes, e Zenki 2 está cheio delas, desde as animações dos ataques até as simples cenas da história; destaque para a invocação de Zenki, antes das batalhas.

Os Jogos (quase) Esquecidos no Tempo - Parte 3

ESPECIAL: Jogos de Anime e Mangá

É, ultimamente o mundo anda cada vez mais atrás da cultura japonesa, e quem conduz o carro de frente são os animes e mangás, que em sua maioria mostram muitos aspectos da cultura nipônica(além da língua). Até mesmo os tradicionais gibis de super-heróis têm cada vez mais adotado elementos de mangá, como a dinâmica e a narrativa; até aqui no Brasil, a Turma da Mônica já ganhou uma versão mangá! Bom, a questão é que este terreno já vinha sendo preparado há décadas pelos japas, e a prova disso é a imensa quantidade de jogos baseados nos mangás e animes que foram(e continuam sendo) lançados e, mais tarde, exportados(ainda que sem tradução) como meio de divulgação da cultura Otaku. Fazendo uma chave na série dos jogos desconhecidos, vou postar aqui os jogos que, além de nunca terem tido uma tradução(e por isso são quase desconhecidos) foram baseados nos animes e mangás(e que boa parte deles eu conheci antes mesmo dos Emuladores), muitos destes, aliás, que também nunca chegaram ao Brasil.


Dragon Ball Z Super Butouden 2(Snes)














A quantidade de jogos de Dragon Ball é proporcional ao número de episódios do anime. E mesmo hoje em dia são lançados mais e mais novos jogos para a franquia, como a bem recebida série Budokai(pra Playstation 2) e Legacy of Goku(pra GBA)! Só a série Super Butouden teve três jogos, ainda no Super Nintendo, além de uma versão para Mega Drive. O segundo jogo(que eu comprei na Venezuela de uma locadora falida, anos antes de Dragon Ball Z chegar no Brasil) é o primeiro que permite jogar com os super-saiyajins; a história se passa durante a saga do Cell e também mostra dois dos filmes da série(o primeiro Super Butouden se passa na saga do Freeza e o terceiro na saga do Majin Buu) e no modo story só é possível escolher entre quatro personagens(Gohan, Vegeta, Trunks e Picollo), mas no modo Versus é possível escolher entre oito personagens, além de dois secretos(Goku e Brolly). Jogo bem difícil, com muitos níveis de dificuldade, opções, golpes e músicas bem trabalhadas. Nada como lançar um Kame-Hame-Ha!


Os Jogos (quase) Esquecidos no Tempo - Parte 2

E estamos de volta com mais uma safra dos "ilustres desconhecidos" saindo direto do forno(ou melhor, da geladeira, hehe). Estou tentando ser o mais eclético possível nestas listas, e aceito sugestões para os próximos capítulos(e, claro, pedidos de resenhas completas).


Mechwarrior 3050(Mega e Snes)


















Acho difícil alguém que não conheça a série Stryke(Desert Stryke, Jungle Stryke, Urban Stryke) em que numa perspectiva isométrica a gente controla um helicóptero e realiza diversas missões. Que tal então um jogo com a mesma jogabilidade, mas jogando com um Mecha em vez de helicóptero? Esta é a proposta deste jogo, que conta com tudo que a série Stryke tem de melhor(até mesmo a tela de pause e menu é idêntica, com praticamente as mesmas opções), e melhor ainda, é possível jogar com dois jogadores controlando o mesmo Mecha(um controla as pernas e o outro as armas do robô); rendeu boas horas pra mim e pro meu irmão, na época que eu tinha um Snes.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Os Jogos(quase) Esquecidos no Tempo - Parte 1

Dos jogos antigos, poucos são bem lembrados hoje em dia, em parte graças às continuações ou mesmo devido ao sucesso que fizeram(exemplos nestes dois casos são Sonic e Mario), enquanto outros sempre foram obscuros deste lado do Meridiano de Greenwich por nunca terem tido uma tradução para idiomas ocidentais e alguns simplesmente nunca caíram no gosto do público em geral, ou pior, fizeram sucesso por algum tempo mas depois foram esquecidos; depois de anos navegando na net, em Sites, Fóruns e Blogs em geral, eu acabei conhecendo muitos destes "ilustres desconhecidos".

Final Fantasy V(Snes)


Este é um dos jogos que merece uma resenha só dele... Final Fantasy V é um dos dois jogos da série que nunca foram lançados no Ocidente(o outro é FFIII)em seu console original. A explicação pra isso eu detalhei na resenha de FFVI aqui no Museum; resumidamente, ele foi lançado quase na mesma época que FFIV(FFII na versão americana) nos States, e quando iam fazer a versão americana de FFV, FFVI foi lançado no Japão e preferiram trazer logo o VI do que o V, que acabou nunca sendo lançado no Ocidente(até ser lançado para o Playstation, junto com os outros jogos da série). Hoje em dia, é fácil encontrar na net traduções feitas por fãs do original japonês(aliás, segundo boatos, este foi um dos primeiros jogos a serem completamente traduzidos pelos fãs).


Piores capas

Rival Turf – SNES
Aqui vemos dois trutas pagando de malandros e com cara de quem vai acabar com sua vida caso mecha com eles... E eu odeio quem paga de malandro! ¬_¬
Mas agora eu te pergunto... Tem culpa eu?
Esses moleques têm cara de bandidões? Eles vão assustar alguém com essas caras de merda?
Oras, mas é óbvio que não!
NÃO!
Pior que isso é saber que eles não se parecem com nenhum personagem do jogo... É triste mesmo!